O Estado Indígena Independente de Roraima


Por Jorge Serrão

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não vai se pronunciar oficialmente sobre um relatório reservado que recebeu da Agência Brasileira de Inteligência, advertindo sobre a real possibilidade de quebra da integridade do patrimônio nacional, com o movimento para a criação de um Estado indígena independente em Roraima. A mídia amestrada pelas verbas públicas do governo e suas estatais recebeu orientações do Palácio do Planalto para omitir do noticiário ou não jogar uma carga editorial pesada sobre o assunto. Os militares da ativa também devem manter silêncio obsequioso sobre o caso.

No relatório, a Abin adverte ao GSI que governos estrangeiros e ONGs têm interesse e dão apoio ao Conselho Indígena de Roraima em sua ação para defender, abertamente, a ampliação e demarcação de outras áreas indígenas. A Abin destaca, no relatório, que a Intenção do CIR é transformar a reserva Raposa do Sol no primeiro território autônomo indígena do Brasil. A Abin teme que o próximo Congresso (ou o atual, a toque de caixa, no apagar das luzes) ratifique a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007, pelo governo brasileiro, na ONU, que dá status de “independência” aos territórios indígenas.

Atualmente, as 32 “nações indígenas” de Roraima ocupam 46% da área daquele Estado sob ameaça de ser “brasileiro” apenas do ponto de vista formal. Com a homologação do tratado das Nações Unidas, ali será uma área sob proteção internacional, onde quem vai mandar são os interesses da Oligarquia Financeira Transnacional, cujos membros defendem, abertamente, a “internacionalização da Amazônia como patrimônio verde da humanidade”. O risco de perda de soberania brassileira é enorme. Bassta recordar que a Raposa do Sol foi homologada, em 2008, com a conivência dos ministros do Supremo Tribunal Federal, exceto Marco Aurélio de Mello.

Tititi nas Legiões

O caso de Roraima já gera profundo desconforto na área militar.

Ainda mais depois que vazou a denuncia que a Polícia Federal investiga possíveis abusos de violência, invasão à residências, prisões ilegais, tortura e até homicídios praticados pela milícia indígena autointitulada “Polícia Indígena do Alto Solimões (Piasol)”.

O próprio Exército, a Abin e a Polícia Federal também investigam uma suposta ligação dos indígenas com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já estão no fogo lento do debate na sucessão presidencial, pelas ligações do PT com o Foro de São Paulo, organismo que simpatiza com os narcoguerrilheiros colombianos.

No Palácio do Planalto, a ordem gerada pelo Ministério da Defesa para o Forte Apache é que o Comando Militar da Amazônia não intervenha.

Mesmo diante do caos institucional e da ameaça à Garantia da Lei e da Ordem, gerado pelos milicianos indígenas e pelo risco concreto de perda de soberania do Brasil nas terras indígenas criminosamente homologadas pelo espírito entreguista da turma do $talinácio e seus socialistas fabianos.


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Lula em Porto Alegre dia 29 de julho, quinta feira

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Parcialidade da mídia corporativa I

Hoje, segunda-feira, dia 26/07/2010, estamos há 3 dias do comício do Presidente Lula no Gigantinho, próxima quinta-feira, dia 29/07/2010, 18 horas.

E o que informam os jornais de Porto Alegre, alguns com circulação no estado?







Nas capas*, acima, absolutamente nada. Muito menos, nas contrapacas!

Uma das hipóteses da falta de informação sobre a visita do Presidente da República, à capital do RS, é a de que os jornais circulam apenas pelos leitores, cuja preferência de voto recaia sobre José Serra [PSDB], Yeda Crusius [PSDB], José Fogaça [PMDB] e aos demais candidatos que concorrem ao executivo estadual. Para tais leitores/eleitores, tal informação não seria importante.

Mas, mesmo leitores/eleitores da oposição à candidatura Dilma Rousseff [PT], também estão prejudicados pela falta de notícia sobre um dos principais fatos da semana em Porto Alegre. Não é a qualquer momento, que um Chefe de Estado programa-se para viajar. Creiamos, ele tem muito o que fazer!

Então, por que a ausência de notícias? Por que o silêncio orquestrado de todos os jornais impressos? Porque é um tema que não interessa informar! O Presidente mais popular da História brasileira recente vem ao Estado e deixa a direita guasca nervosa:

Não divulguem! Não permitam a mobilização das gentes que moram longe de Porto Alegre e necessitam se organizar com antecedência! Quietos!

Ainda mais, que a visita do Presidente Lula, ao estado, é de apoio ao candidato da Unidade Popular pelo Rio Grande, Tarso Genro [PT], que, há meses, encontra-se em 1º lugar na preferência do eleitorado. A relação "presidente mais popular" e "candidato com a preferência de votos" é o que a mídia corporativa guasca fará de tudo para ocultar. Não interessa essa associação.

Esse comportamento midiático expressa a mais descarada parcialidade. Ignoram, solenemente, o público leitor que já definiu seu voto para os candidatos da Unidade Popular pelo Rio Grande. Este público não pode se informar, antecipadamente, sobre a vinda do Presidente Lula a Porto Alegre para se organizar e participar desse momento histórico ímpar na História da cidade.

Mas como a turma não se informa apenas pelo jornal, não faz mal! A denúncia, acima, serve apenas para colocar mais uma pedra na falta de credibilidade das empresas de comunicação, que se jactam de sua imparcialidade. O slogan errebesseano "aqui o RS se vê" é de doer, de tão ridículo!

*Capa: apenas o jornal O Sul disponibiliza capa e contracapa sem necessidade de cadastramento. Por isso, publicamos fac-simile das páginas dos demais jornais.
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TV Brasil exibe hoje programa ao vivo com Marina Silva


Depois dos candidatos Dilma Rousseff e José Serra, é a vez do “3 a 1” entrevistar a candidata Marina Silva

A terceira rodada de entrevistas com os presidenciáveis do Programa 3 a 1 será exibido hoje. Às 22h, a candidata Marina Silva participa ao vivo da sabatina na TV Brasil. É a última entrevista da série que começou na quarta-feira com a candidata Dilma Rousseff. Ontem, foi a vez do candidato José Serra.

A ordem dos candidatos foi estabelecida por sorteio, realizado no dia 18 de junho, com a participação de representantes dos três candidatos.

A TV Brasil deixou o local de gravação ou transmissão ao vivo do programa á critério dos candidatos. Dilma Rousseff optou pela gravação no estúdio de Brasília na quarta-feira (22). Também neste dia, por questões de agenda, o candidato José Serra gravou na no estúdio da TV Brasil no Rio de Janeiro. Marina Silva foi a única que preferiu a participação ao vivo, nesta sexta-feira(23), às 22h, no estúdio de São Paulo (Av. Moffarrej,1200 - Vila Leopoldina).

O programa de entrevistas 3 a 1 é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Azedo, contando sempre com a participação de um jornalista da TV Brasil e outro convidado. Vai ao ar, semanalmente, às 22 horas de quarta-feira. A série com os presidenciáveis, excepcionalmente, foi veiculada durante três dias seguidos na programação.

Além de Azedo como apresentador, o programa conta com a participação, pela TV Brasil, da jornalista Tereza Cruvinel, e com um jornalista de outro veículo em cada um dos programas. Hoje, a jornalista convidada será Maria Cristina Fernandes, do jornal Valor Econômico.

A íntegra de cada programa será publicada pela Agência Brasil (www.agenciabrasil.ebc.com.br). Os programas serão também retransmitidos, às 23 horas, pelas radios Nacional do Rio de Janeiro (AM-1.130kHz), Nacional de Brasilia (AM-980kHz)e Nacional da Amazônia (OC-11.780kHz).


Comunicação Social EBC

(61)3799 5231/5232

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Entrevista: Álvaro Uribe


O Globo - 26/07/2010

Poucas horas antes de estourar a mais nova crise diplomática envolvendo as relações de seu país com a vizinha Venezuela, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, recebeu a reportagem do jornal de Bogotá "El Tiempo", para fazer um balanço de seus oito anos de mandato. Uribe não esconde a frustração com o alto número de assassinatos e o que considera ameaças vindas do país vizinho. Segundo ele, o celular será um trunfo na busca por mais segurança na Colômbia.


Do El Tiempo

De qual momento do seu mandato o senhor mais se orgulha presidente?

URIBE: Esta tarefa pela Colômbia é de muita responsabilidade, cheia de dificuldades. Houve momentos de felicidade: quando se resgatam sequestrados, quando as operações correm bem.

Acabamos de ver uma fotografia em que o senhor está chorando. Isso aconteceu muitas vezes nestes oito anos de governo?

URIBE: Que as câmeras tenham me flagrado, uma ou duas vezes.

Como foi?

URIBE: Tenho que confessar que às vezes era incontrolável. Por exemplo, quando voltei do Club El Nogal (na noite do atentado das Farc que deixou quase 40 mortos, em fevereiro de 2003). Chorei muito, sentia dor pelos assassinatos e raiva dos terroristas.

Há muitos anos o senhor sabe em que lugar da Venezuela estão os líderes das Farc. O senhor sai do poder desolado por não tê-los capturado?

URIBE: Não entendo por quê, existindo tanta clareza nas normas do direito internacional, esses terroristas não foram capturados. Vou embora triste por eles seguirem com a capacidade de fazer danos a outro país.

A Colômbia deve renunciar ao ataque a líderes guerrilheiros que estão no exterior?

URIBE: A prioridade sempre deve ser a aplicação das normas do direito internacional. Um bombardeio como o realizado contra (Raúl) Reyes (membro do secretariado das Farc, morto em 2008) é um ato de um "Estado de necessidade" para defender o povo colombiano, mas não é aconselhável, por ser propenso a uma má interpretação. Quando se quer proteger o povo colombiano de um terrorista, damos a má interpretação de que se está maltratando o território de um país irmão. Nosso interesse nunca foi maltratar o povo irmão do Equador.

O senhor põe na balança o êxito político interno do ataque a Reyes e o déficit gerado por este episódio na política externa?

URIBE: Não, nunca faço estes cálculos. Quando se está trabalhando pelo bem da pátria, só se pensa no interesse superior de seus compatriotas. Neste caso, poderia ter superado as dificuldades diplomáticas pedindo renúncias de militares. Mas o que acontece com a vontade das Forças Armadas em lutar contra o terrorismo, se o presidente não assume responsabilidades e trata os militares como fusíveis que se queimam e devem ser retirados, como forma de evitar dificuldades políticas?

Qual é o número mais importante que o senhor deixa ao país?

URIBE: Não me preocupo com os bons números. Só me angustio pelos que foram maus.

Quais, presidente?

URIBE: Por exemplo, o fato de ainda termos mais de 15 mil assassinatos. Quis chegar a um índice de desemprego inferior a 8%, e estávamos perto disso, mas vieram duas crises, uma na economia internacional, e a crise particular com a república irmã da Venezuela. E logo quando o desemprego caía - já havia baixado para 10,7%! Parou em 12%.

O senhor será prefeito de Bogotá? Estará no gabinete de seu sucessor?

URIBE: Vou ser cooperador. (...) Vou pedir permissão ao presidente Santos para ser cooperador, mas usando apenas um celular. Trabalhar com a Força Pública e ajudar-lhe, ao mesmo tempo, a desarmar a sociedade.

O celular, então, será a nova arma para buscar a segurança?

URIBE: Nas cidades em que a telefonia está bem organizada, com as linhas disponíveis para chamar a Força Pública, o celular ajuda muitíssimo. Se cada cidadão se compromete a ajudar, e se houver zelo para responder, as coisas podem melhorar muito.

O que o senhor faz pelo celular: busca informação, lê?

URIBE: Tenho Twitter. Por enquanto ainda me ajudam com o site.

O senhor envia muitas mensagens pelo celular?

URIBE: Sim, claro. Creio que não são menos de 150 por dia.

Pessoalmente?

URIBE: Sim. Quero cobrar eu mesmo o governo. Não tenho mexido no correio eletrônico. Faço tudo por mensagem de texto e chat. E também me propus a responder aos telefonemas que chegam a mim. Tenho que reservar um tempo estes dias, porque estou com atraso de mais de 80 ligações. No dia 8 de agosto, quero dizer: até ontem, quando fui presidente, procurei responder todas as chamadas.

* O "El Tiempo" faz parte do Grupo de Diários América (GDA)

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