O ainda sobre o logo horrendo da Copa



A criatividade do brasileiro dá de mil nas corporações publicitárias. A internet melou os negócios dos proxenetas da indústria fonográfica. Está encostando na parede o cartel da mídia venal. Agora, dá um recado ao pessoal da publicidade. Para quem não sabe, a marca da Copa de 2014 foi criada pela agência África, uma das maiores do país. Foi chamado um grupo de "notáveis" para escolher a "melhor idéia". Entre eles, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Paulo Coelho. A repercussão negativa é enorme, aquilo é um horror, dizem legiôes de designers brasileiros.

Melhor o Ricardo Teixeira não gastar os 20%.
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SERRA LEU, ASSINOU E MENTIU

Para O Globo, o tucano Zé Chirico “não assina nada sem ler”, como se pode constatar na edição digital da xexelenta gazeta da Famiglia Marinho (clique na imagem acima para ampliá-la) .
É verdade. O próprio candidato do PSDB declara-se “um cricri” e gaba-se de sempre ter escrito seus textos.

Mas a memória deste Cloaca News não é tão curta quanto as pernas das mentiras que o engenheiro de fancaria e economista de meia-tigela conta por onde passa.
Clique sobre a imagem abaixo para conferir.


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Serra esconde logo federal de obra


Flagrante do Emerson, repórter leitor do nosso blog: a administração Serra tampa logo do governo federal em obra do Rodoanel em São Paulo.

Tento me dizer que exagero, mas realmente o que não falta é canalha.

Vejam aqui.
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Paulo Moura





Paulo Moura (1932–2010)



Uma forte rajada sobre a cidade do Rio de Janeiro anunciava à noite o desfecho de uma lenta agonia...



No sábado, dia 10 de julho, Paulo Moura ainda conseguiu reunir forças para tocar uma última música – "Doce de Côco", de Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho – com seu parceiro de longa data Wagner Tiso, ao lado de sua mulher Halina, o filho Domingos, o sobrinho Gabriel, amigos e admiradores, e alguns pacientes da Clínica São Vicente, maravilhados com aquela inusitada e comovente celebração musical, organizada pelos músicos Cliff Korman e Humberto Araújo.



Uma réstia de sol fazia da exuberante folhagem de jaqueiras um cintilante cenário para a varanda do hospital. O maestro, sereno e sorridente, vestia uma camisa azul e cobria as pernas inchadas e inertes com um manto púpura.

Lembrei-me da última estrofe de um poema que lhe dediquei alguns anos atrás, homenagem diminuta e insuficiente frente à imensa alegria que sua música me proporcionara e ao doce convívio que tive o privilégio de gozar:



mistura e manda

o maestro

pra lá

das bandas

do rio

preto:

aéreo conduz

e sopra

por onde zoar

o pássaro azul

púrpura



Ele se foi na calada da noite, sua memória, no entanto, não há de se calar jamais em nossos corações e ouvidos. Paulo Moura não passou, não passará: virou pássaro alvissareiro... para todos e para sempre.




André Vallias

Rio, 13 de julho de 2010




http://www.paulomoura.com.br/





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Life in the Garden



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