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Jornalismo em risco na TV Cultura
No último post d'A CORTIÇA, entre outros assuntos, alertamos sobre os perigos de João Sayad à frente da Fundação Padre Anchieta. Pois bem, vejam o que saiu no fim da semana passada sobre esse assunto no blog do Luis Nassif
"Há uma semana, Gabriel Priolli foi indicado diretor de jornalismo da TV Cultura. Ontem, planejou uma matéria sobre os pedágios paulistas.
Foram ouvidos Geraldo Alckmin e Aloízio Mercadante, candidatos ao governo do estado. Tentou-se ouvir a Secretaria dos Transportes, que não quis dar entrevistas. O jornalismo pediu ao menos uma nota oficial. Acabaram não se pronunciando.
Sete horas da noite, o novo vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Fernando Vieira de Mello, chamou Priolli em sua sala. Na volta, Priolli informou que a matéria teria que ser derrubada. Tiveram que improvisar uma matéria anódina sobre as viagens dos candidatos.
Hoje [08 dejulho], Priolli foi demitido do cargo. Não durou uma semana.
Semana passada foi Heródoto Barbeiro, demitido do cargo de apresentador do Roda Viva devido às perguntas sobre pedágio feitas ao candidato José Serra.
Para quem ainda têm dúvidas: a maior ameaça à liberdade de imprensa que esse país jamais enfrentou, nas últimas décadas, seria se, por desgraça, Serra juntasse ao poder de mídia, que já tem, o poder de Estado."
João Sayad (presidente da Fundação Padre Anchieta) e Serra, o Terrível (candidato tucano à presidência).
Carecas do PSDB, tirando o emprego de jornalistas que criticam as defecações tucanas.
Será que vai sair uma matéria na Veja ou na Folha sobre isso?
Ou será que vão continuar apontando como Fidel Castro e Hugo Chávez odeiam jornalistas?
Veja o vídeo de Serra, o Terrível, no Roda Viva (programa exibido em 21 de junho de 2010) com Heródoto Barbeiro. As más línguas dizem que ele será substituído pela Marília Gabriela (socorro!! as más línguas são más mesmo). Eis o trecho que custou o emprego do jornalista como apresentador do programa
Acesse esse link http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1209 e procure na coluna da direita o vídeo "José Serra fala sobre pedágios" e outras pérolas
Acesse esse link http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1209 e procure na coluna da direita o vídeo "José Serra fala sobre pedágios" e outras pérolas
E mais esse em que Serra vai direto ao ponto em uma resposta sobre a redução dos pedágios
... Esclarecedor!
Vale a pena também ler o que saiu sobre o tema no site do Obersvatório da Imprensa.
Vale a pena também ler o que saiu sobre o tema no site do Obersvatório da Imprensa.
Polícia tucana de S. Catarina tem um estupro para esclarecer

Dois adolescentes estupraram uma menina de 13 anos em Florianópolis.
Um estuprador é filho do dono da RBS, afiliada da Globo, e manda-chuva da mídia no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
O outro é filho de um delegado de Polícia de Florianópolis.Um deles já confessou o crime.
O estupro morreria nos escaninhos da Polícia de Santa Catarina, não fossem um blogueiro, o Mosquito, do Tijoladas Mosquito, e a Rede Record.
Reportagem de ontem do Domingo Espetacular revelou que havia um terceiro adolescente na cena do crime.
Revelou também que havia uma mulher, além da ex-mulher do dono da RBS, na cena do crime: essa segunda mulher passou maquiagem no pescoço da estuprada.
Para esconder um hematoma.
E revelou que havia um homem com uma tatuagem no braço, que sugeriu à menina estuprada que inventasse uma boa história para o pai. O crime produziu alguns fatos políticos relevantes.
Primeiro, destacou a covardia do Governo tucano de Santa Catarina, liderado por um varão de Plutarco, Leonel Pavan, que reassumiu a presidência do PSDB no Estado e ali coordenará a campanha do Serra.
A Polícia do tucano demorou a apurar os fatos, se esqueceu de pedir exames cruciais, e não apreendeu as fitas das câmeras de vigilância do prédio onde mora o filho do dono da RBS.
E não quis saber, até agora, do terceiro adolescente na cena do crime, da segunda mulher e do homem tatuado.
Quem é esse terceiro garoto ?
Também é de família poderosa ?
Ele também estuprou ?
O homem tatuado fazia o que ali ?
Participou do estupro ?
E a segunda mulher, a maquiadora, de onde surgiu ?
São todos cúmplices de um crime, ou criminosos.
O segundo aspecto relevante da história, depois da covardia do governo tucano, é o poder da família Sirotsky, os donos da RBS e afiliados da Globo no Sul do país.
Não fossem a Record e o Mosquito, os Sirotsky tinham abafado o caso.
É a opinião de cerca de 20 pessoas que entrevistei na frente do Mercado Municipal de Florianópolis, na ultima quarta-feira.
Me disse uma senhora negra: se fosse o meu filho, negro, já teria sido chamado de favelado e traficante e estava na cadeia.
A cadeia para menores pobres de Florianópolis é um horror. Uma masmorra, de onde os menores fogem em massa. O filho do delegado e o do dono da RBS estão em casa.
Por fim, esse sinistro episódio – que a Globo e o PiG (*) solenemente desconsideram – mostra a força da internet. O Mosquito detonou a RBS, a que chama de “família Stuprotsky”.
É por isso que o Daniel Dantas, o Eduardo Azeredo, o Marco Maciel e um desconhecido deputado comunista do Amazonas querem fechar a internet brasileira.
Clique aqui para ler “Google derrota governo comunista da China”.
É porque a internet, gente como o Mosquito, detonou o monopólio que eles controlavam.
O Serra, por exemplo. Bastava dar três telefonemas para controlar a mídia brasileira.
Para o Rupert Marinho, para o “seu” Frias e para o Ruy Mesquita. A Abril vinha no rolo, porque o Robert(o) Civita nunca fez parte do clube.
Em 15 agradáveis minutos ele abafava o estupro de Santa Catarina.
Agora, é um pouco mais difícil.
O Serra tem que ligar para muita gente. Para o Mosquito, não adianta.
Porque foi ele quem detonou a credibilidade do presidente dos tucanos de Santa Catarina.
O mal já está feito.
Paulo Henrique Amorim
Do blog Conversa Afiada
Correio do Povo segue a mesma lógica errebessiana: desinformar!

O Jornal Correio do Povo seguiu a mesma lógica da RBS, quando há notícias contra seus interesses. O de desinformar. Melhor seria não ter dado a notícia em vez de omitir nomes.
A notícia atinge diretamente a família Sirotsky, seu maior concorrente, dona do jornaleco Zero Hora e o Diário Catarinense.
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