MANIFESTAÇÃO PELO CÓDIGO FLORESTAL


DATA: 11 de julho, domingo, às 10h

LOCAL: Parque da Redenção (concentração na esquina da José Bonifácio com a Osvaldo Aranha)

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Sebem como está sendo conhecido o rumoroso caso do estupro em Florianópolis?

Estuprotsky
E está sendo acompanhado pela Secretaria de Desfesa da Mulher.
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Estupro, nem pensar...



Porque devemos insistir sobre o estupro de uma menina de 14 anos por dois garotos de 14 anos; sendo que um é filho de um delegado de polícia e outro filho de Sérgio Sirotsky, diretor da RBS-Santa Catarina e neto de Jaime Sirotsky.

O texto divulgado por Jaime Sirostky, ao Grupo RBS é antes de mais nada revelador...


“Email de Jayme Sirotsky enviado em 1º de julho ao Comitê Editorial RS e SC: Companheiros do Comitê Editorial Todos vocês têm acompanhado o lamentável episódio recente envolvendo um de meus netos. Estou consternado com o assunto e, como pai e avô, estou ao lado de meu filho e neto para dar-lhes o suporte e carinho familiar que estes momentos demandam.”

Até aqui, tudo bem, como pai e avô deve prestar o devido amparo ao filho e o neto. Porém, se tivesse um pingo de vergonha na cara, o Diretor Emérito do Grupo RBS deveria amparar ,também, a família da menina que foi estuprada pelo seu neto.

“Contudo, pelo uso inescrupuloso da internet, que mostra o lado negativo desta ferramenta de informação, o assunto extrapolou os seus limites, atingindo toda nossa família e também a RBS.”
Aqui, me caíram os butiás...O uso inescrupuloso da internet??? Por quem seu Jaime? O lado negativo é o que rompe o silêncio da imprensa em não divilgar essa notícia? Notícia, aliás que estava escondida a mais de 40 dias? Ou por seu neto ter demonstrado desprezo pelo respeito aos demais e a certeza da impunidadeatravés desta ferramenta? A internet não permite e não permitirá que empresas de comunicação do tipo Grupo RBS mintam ou omitam informações por muito tempo; em algum momento serão desmascaradas...E se a menina fosse uma Sirotsky, o que aconteceria com o menino???

“Em 53 anos, construímos uma história de comportamento e qualidade jornalística que nos orgulha e, estamos certos, também a cada um de vocês.”
Não imaginaria posição outra que de enaltecer os ”ideais”, a “ética” e os” bons costumes” do grupo RBS, que me parecem valores duvidosos para quem acompanha a história pregressa dessa empresa, muito atuante junto aos ideais golpistas de 1964.

“Quero deixar muito clara a minha decisão, compartilhada com meus filhos, de não interferir em nada nas decisões editoriais que vocês entendam devam ser adotadas na cobertura deste assunto. Jaime“


Leia-se : se alguém publicar algo negativo sobre o assunto, será sumariamente demitido!

Essa é a velha RBS....

Tememos pela integridade da família da menina estuprada. O MP de Santa Catarina deveria acompanhar o caso par e passo, bem como a vida da família, em coisas simples como: o emprego do pai está garantido? e o da mãe? irmãos???quala condição econômica deles?

Sabemos como funciona a famiglia Sirotsky, quando alguém ousa desafiar sua autoridade e seus interesses. O céu pode desabar, convenientemente, sobre sua cabeça.

Como diria minha falecida avó: - Ho paura!
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O Insone da Mooca







Serra não administra nem sua agenda

Conhece-se um bom gestor pela maneira como administra seu tempo. Quem não consegue administrar a própria agenda pode até ser bom estrategista, bom líder, mas gestor, definitivamente, não é.

Em dezembro descrevi o estilo Serra de gestão. Começava a trabalhar às 11 da manhã, geralmente fora do Palácio. Não mantinha reuniões periódicas com Secretários. Pouquíssimas vezes participou de reuniões inter-secretarias. Não tinha a menor idéia sobre o que cada secretaria estava produzindo - prova maior é o fato de, tendo a mais ampla exposição que a mídia já ofereceu a um governante, jamais ter conseguido passar a idéia sobre o que seu governo fazia. Suas libações noturnas provavelmente eram dedicadas a livros e filmes, dificilmente para estudar problemas administrativos do Estado.

Passou a imagem de bom administrador pelo estilo autoritário, de exigir providências - aliás, importante para quem administra a máquina pública. Mas nunca conseguiu organizar nem idéias, nem articular planos, nem dispor de acompanhamento das ações de secretários, para, aí sim, fazer exercer seu mando. E faltava algo fundamental para dar eficiência ao mando idéias claras para saber o quê e como decidir.

Quando ainda acreditava no potencial administrativo de Serra, sugeri que se inteirasse sobre planejamento estratégico, ferramentas de gestão. Sua resposta foi auto-suficiente, proporcional à sua insegurança interna: não preciso, porque faço acontecer. Quando encarar realidades mais complexas - respondi-lhe - você vai se perder.

Para ser um grande líder parlamentar - e Serra foi - bastava bons assessores acompanhando uma pauta restrita de assuntos e trazendo para ele o problema e a solução. Para gerenciar realidades complexas - como prefeitura e governo do Estado - não foi suficiente.

Mais: é absolutamente inseguro sobre sua capacidade de discernimento. Confrontado com qualquer evento que saia da rotina e que, principalmente, implique conflitos, trava. E não tem segurança sequer para juntar a equipe, ouvir as sugestões e arbitrar. Não soube como agir na greve da Polícia Civil, na crise da USP, no episódio das enchentes (sumiu de cena, não se soube de uma reunião de coordenação comandada por ele), no lançamento da sua candidatura, na escolha do seu vice, na reação à crise econômica global e - pela matéria do Estadão - é incapaz sequer de definir previamente sua agenda de candidato. Essa é a razão de jamais ter rompido com o fernandismo: sempre se escorou na visão mais pragmática de FHC sobre estratégias políticas.

Seus arrufos contra o mercadismo de FHC - chegou ao cúmulo de estimular uma CPI contra o Ministro da Fazenda Pedro Malan - era muito mais para conseguir cacife para se credenciar junto ao pai FHC.

Pior que isso, não pensar estrategicamente, não ter capacidade de escolha são características pessoais, que se tem ou não tem. Mas valorizar o planejamento é uma questão central. Não se exige de nenhum governante conhecimento prévio, qualidades pessoais de gestor. Mas exige-se que valorize o gestor e o planejamento.

No entanto, Serra manteve o desmonte de toda estrutura de planejamento do Estado, uma jóia criada antes dos anos 80, com instituições como Cepam, Fundap, Emplasa, o corpo técnico da DERSA, do Metrô, sendo submetidos ao sucateamento inexorável.

Ou seja, nesses seis anos como executivo, Serra comprovou não ser gestor (não administra), não ser líder (não definiu uma bandeira clara sequer para sua tropa), não ser planejador, não valorizar o planejamento e as boas práticas de gestão e muito menos ter vocação de estadista (ambição de mudar a natureza do Estado).

Nas mãos de governadores com visão - como Eduardo Campos, Paulo Hartung, Aécio/Anastasia, Marcelo Deda, Jacques Wagner - São Paulo não seria mais a locomotiva do país: seria o avião a jato.

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VIÚVA DE ROBERTO MARINHO DECLARA VOTO EM DILMA

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E agora, Ali Kamel?

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Por Miguel do Rosário,

do blog Óleo do Diabo

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O Globo escondeu a declaração de voto de Lily Marinho, a viúva do magnata das comunicações Roberto Marinho, mas a colunista da Folha, Mônica Bergamo, não resistiu à indiscrição.


Vou fazer 90 anos. Sou velha para votar. Mas acho que, se votasse, seria na Dilma.


A declaração é de Lily, a elegante e sedutora aristocrata que, com mais de 70 anos, conquistou o coração de Dr.Roberto. Lembro do casamento. Foi bonito ver os dois velhinhos se casando. Dona Lily é uma socialite discreta, inteligente e, até onde sei, de opiniões progressistas. Com certeza não lê os blogs da Veja, o que já é grande coisa.
Roberto Marinho, apesar do apoio que deu ao golpe militar, nunca foi um hidrófobo histérico de direita como seus filhos. Tanto é que abriu a redação do jornal para comunistas e ex-comunistas. Para ele, a ideologia da pessoa não lhe impedia de ser um bom profissional ou mesmo uma boa pessoa. Recebeu até Fidel Castro em sua casa, conforme lembra Dona Lily, provando que também Fidel sempre foi um sujeito aberto ao diálogo cordial inclusive com seus piores adversários.
O mais curioso da matéria, claro, é a declaração de voto de dona Lily. E sua afirmação de que não receberá Serra nem Marina.
No Globo, a matéria saiu fria, árida, nitidamente constrangida, sem relatar a boa impressão que Dilma causou nas ressabiadas socialites cariocas, muitas das quais, conforme revelou uma amiga de Lily à coluna de Bergamo, morriam de medo do PT e da candidata.
Essa nota é muito mais importante do que parece a primeira vista. As fotos da candidata ao lado das vips do Rio serão publicadas e republicadas em praticamente todas as revistas femininas. Deverá causar bastante impacto também sobre o imenso universo artístico da TV Globo, com seus milhares de atores, contrarregras, técnicos, operadores, etc.
Sob o chicote do carrasco Ali Kamel, que impôs regras draconianas impedindo qualquer empregado, até o mais reles faxineiro, de expor suas opiniões políticas, ainda que sutilmente, em sites de relacionamento, twitter, blogs, etc, as simpáticas declarações de Lily em favor de Dilma Rousseff representam uma prova de que essas humilhantes restrições só valem para os escravos. O contraste é gritante. Aos escravos, o silêncio, a opressão, a mordaça; aos senhores, a liberdade. Dona Lily pode falar o que quiser, pode até explicitamente apoiar Dilma. Sei que ela não trabalha no jornal, mas mesmo assim, é uma figura ligada afetivamente às organizações Globo, em virtude de carregar o sobrenome de seu proprietário e ter sido a doce companheira de "Seu" Roberto por mais de uma década. A informação correrá nos bastidores da Globo como um rastilho de pólvora: Dona Lily está com Dilma! Quantos sorrisos maliciosos, furtivos, quase vingativos, não serão vistos nas salinhas de café?
Sim, porque na verdade manifestações contra Dilma e a favor de Serra estão tacitamente liberadas na Globo. Tanto é assim que Jabor e Merval continuam babando ódio antipetista em seus respectivos espaços. Miriam Leitão, que tem uma coluna diária intitulada Panorama Econômico, hoje não fala de economia; fala só de dossiê contra Dilma, ops, contra Eduardo Jorge. Convertida em promotora pública, ou paladina da oposição, a colunista ataca duramente Dilma Rousseff e o governo de terem feito dossiê contra um zémané do PSDB. Sabe-se lá o que pretendia a "equipe de inteligência" de Dilma ao fazer um dossiê contra Eduardo Jorge.
Aliás, é engraçado chamar de "equipe de inteligência" o que, fosse verdade, não passaria de uma trupe de retardados. Que há de inteligente em fazer dossiê contra um barnabé como Eduardo Jorge e, cúmulo da estupidez, ainda entregar o material para Veja e Folha de São Paulo? Não tem sentido.
A urubóloga parece ter ficado mordida por ter sido obrigada a publicar, ontem, um texto onde seus entrevistados são só elogios para a economia brasileira. Ou então, com vistas a garantir a estabilidade em seu emprego e um outro prêmio Maria Caboots, resolveu, após a martelada no prego, dar hoje uma na ferradura.
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