JORNALISTA DA FOLHA RECEBEU MAIS DE R$ 3,7 MILHÕES PARA BAJULAR DEMOTUCANOS





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O baba-ovo profissional Gilberto Dimenstein, o Gibinha, membro do Conselho Editorial da organização mafiomidiática Folha de S. Paulo, é também o dono de uma certa Associação Cidade Escola Aprendiz, empreendimento supostamente dedicado a "criar e articular oportunidades que fortaleçam a educação integral de crianças e jovens por meio da utilização de tecnologias sociais inovadoras".
Em operação desde 1997, o negócio de Gibinha só deslanchou mesmo a partir de 2006, quando o tucano Zé Chirico elegeu-se governador de São Paulo e o demo Kassab herdou a prefeitura da capital paulista. Curiosamente, foi a partir daquele momento que os artigos e comentários de Dimenstein na Folha e na CBN (do Sistema Globo) adquiriram a tonalidade castanha que os distinguem até hoje.
A lembrança daquele repórter audaz da Era Collor esmaeceu-se definitivamente quando Gibinha passou a assinar toletes com os títulos "Parabéns, Serra" e "Professores dão aula de baderna", como exemplo. A coleira de Gilberto Dimenstein, no entanto, não foi comprada numa pet shop qualquer, não. Segundo o rastreamento feito pelo blog NaMaria News, publicado ontem, Gibinha recebeu, de 2006 até o momento, nada menos que R$ 3.725.222,74 em bondades da prefeitura de Kassab e do governo estadual tucano.
Tudo informado pelo nosso jornal favorito, o Diário Oficial, que NaMaria News exibe aqui.
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A Candidata da Baderna


E aguardem a BADERNA do MST no ABRIL VERMELHO


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JORNALISTA DÁ AULA DE SABUJICE



















Conforme noticiamos no dia 3 de janeiro de 2009, Gilberto Dimenstein, o Gibinha, cursou jornalismo na Fundação Gilberto Dimenstein, criada por ele mesmo, em homenagem a ele mesmo. Teve aulas com ele mesmo e, muitas vezes, discutiu com ele mesmo, sendo mandado para fora da sala, diversas vezes, por ele mesmo.
Gibinha, ex-aprendiz de baba-ovo, é hoje Doutor em Ciências Louvaminheiras e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, onde exercita seu mister com rara competência. Prova disso está em sua mais recente coluna eletrônica, disponível no site Folha Online.
Precisando mostrar serviço aos seus donos, Gibinha não se vexou em qualificar os professores da rede estadual paulista de "baderneiros" e de "minoria organizada e motivada, em parte, pelas eleições deste ano", pouco a ele importando a situação precária em que se encontram os profissionais da Educação de São Paulo. Para Gibinha, as balas "de borracha" e as bombas de fragmentação lançadas ontem pelas tropas de José Serra na cabeça dos professores devem ser mais que merecidas, visto que "nem remotamente, a agressividade daquela manifestação representa os professores".
Para alguém que, outro dia, publicou artigo com o título "Parabéns, Serra", estranhamos apenas que, no texto de hoje, Gibinha não tivesse, antes, tomado a benção de seu padrinho.
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O MASSACRE DO MORUMBI – IMAGENS ESTARRECEDORAS





Professor conta como sobreviveu ao ataque das tropas de José Serra

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Do blog Eco-Subversivo

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Nesta tarde de sexta-feira (26/03/2010) presenciei o horror que é a repressão policial a manifestações. Foi na Assembléia dos Professores Estaduais de São Paulo que ocorreu na frente do estádio do Morumbi, onde o intuito era chegar à frente do Palácio dos Bandeirantes (sede do governo estadual paulista). A movimentação da polícia militar (PM) era intensa e esta colocou barricadas nas ruas que levavam a sede do governo para impedir qualquer um de se aproximar do local.
Depois de tomar uma chuva intensa e após começar a assembléia, nós começamos a subir outra rua, mas havia uma barreira de policiais do choque para impedir todos de passarem. Em outra rua adjacente também estava formada outra barreira de policiais da Rocam, ou seja, eles cercaram todos os acessos. Ai que entra o maior erro que é do governo em não garantir o direito democrático de ir e vir dos cidadãos, mesmo em uma passeata. Era uma manifestação de professores, pacífica e não de vândalos. Onde está a democracia? É democrático impedir uma manifestação de chegar perto da sede de um governo?
Então começou haver uma aglomeração do lado da barreira do choque. A tensão estava no ar e muitos membros do sindicato estavam alertando todos para não haver qualquer confronto ou provocação. Mas a polícia ja parecia pré-disposta para o confronto. Eu estava chegando perto e sabia que qualquer pequeno motivo, ou seja, qualquer "palito" que fosse jogado contra a polícia seria o motivo para esses começarem com a violência.
Foi o que aconteceu, pois quando cheguei perto pude ver alguns policiais já descendo o cassetete em cima dos manifestantes e também já começaram a jogar bombas de gás lacrimogêneo e atirar balas de borracha. O estouro das bombas era ensurdecedor e o pior era o gás que intoxicava todos e fazia arder os olhos fortemente. Muitos se feriram gravemente com as balas de borracha, o que foi uma atitude covarde por parte da polícia. Teve até uma bomba, que não era de gás lacrimogêneo, que estourou perto de mim que estilhaçou para todo lado. Foi um absurdo ver professoras e professores de idade que estavam ali saírem correndo como se fossem marginais (…)
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EU VOU TIRAR VOCÊ DESSE LUGAR

Policial militar ferida é carregada por  suposto paisano infiltrado no dia em que os professores grevistas da rede estadual de São Paulo levaram pau da milícia de José Serra.
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