Macartismo em Israel
Em Israel,
O jornalista informa que israelenses que denunciam as violações de direitos humanos contra palestinos são publicamente perseguidos, acusados de seguir a agenda do Irã, e perdem seus empregos. Como aconteceu com a senhora Naomi Chazan, ex-parlamentar que perdeu seu emprego em um um jornal de Israel por se preocupar com questões humanitárias.
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To disagree with the state is to 'delegitimise' the state: that is the increasingly strident response of the country's political and military establishment to those who dare to criticise its conduct.
Donald Macintyre, de Jerusalem, no Independent
O jornalista informa que israelenses que denunciam as violações de direitos humanos contra palestinos são publicamente perseguidos, acusados de seguir a agenda do Irã, e perdem seus empregos. Como aconteceu com a senhora Naomi Chazan, ex-parlamentar que perdeu seu emprego em um um jornal de Israel por se preocupar com questões humanitárias.
A histeria de direita israelense está mudando o significado do termo "antissemita":
In recent years, right-wing Israeli political leaders and their supporters have warned of the rise of a “new anti-Semitism”, rife across Europe and in left-wing political circles. The new anti-Semites are critics of Israel. They don’t target Jews; they target the Jewish state. (I say “they” but of course I should say “we” because I too would surely be branded as being among the ranks of this hateful group.)Still, this term “new anti-Semitism” hasn’t really caught on. Instead, something much more significant has happened: the term “anti-Semitic” has taken on new meaning not because it actually has a new meaning but because what it signals has become more important than what it targets.Glenn Greenwald warns that those who so freely scream “anti-Semite” are “cheapening and trivializing ‘anti-semitism’ to the point of irrelevance.”Joe Klein has called on his friend Leon Wieseltier to apologize to Andrew Sullivan for suggesting that the latter had shown “venomous hostility toward Israel and Jews.” Wieseltier didn’t use the word anti-Semite, but the insinuation was transparent.A shift has indeed taken place and it is not merely that the charge of anti-Semitism has become so overused that it is losing its meaning, it is this:The new anti-Semitism does not identify expanding ranks of Jew-haters; it signals a new class of hysterical and hateful Jews.Anti-Semitism no longer points at its intended target; it points at itself.
Paul Woodward, no Mondoweiss
Glosa: a direita israelense tentou mudar o significado do termo "antissemitismo": antes era antissemita quem atacava os judeus, agora seria "antissemita" quem ataca o Estado de Israel. Mas a novidade não pegou, apesar de ter ocasionado uma mudança no significado do termo, visto que agora o uso do termo assinala um falante histérico, ao invés de significar alguma coisa. De modo que "antissemita" se tornou um termo autorreferencial.
Cloaca News é top no Twitter

Replicada em mais de 500 tuitadas, a postagem do Cloaca News sobre Boris Casoy na revista O Cruzeiro está nos altos da parada do Twitter, de acordo com o buscador Topsy.
Poucas Palavras.
A mão que acaricia é a mesma mão que violenta, vice-versa.
Pois nosso grande jurista que concedeu hábeas-corpus a Salvatore Cacciola, a Anisio Abraão, até mesmo para o famoso Turcão, não concedeu ao Arrudão.
Essa é a escola jurídica brasileira com um peso e várias medidas.
Nada contra sua excelência que julga conforme a época e repercussão dos fatos.
Arrudão é boi de piranha dos próximos meses de travessia política brasileira.
Quando vejo os meios jornalísticos comentando que Arrudão ia passar o carnaval na cadeia, não posso esquecer-me que eu também passo esse emblemático problema, trancafiado dentro de minha casa.
Se carnaval fosse cultura, eu deixaria meus filhos estudarem nas escolas de Samba, onde a Petrobrás investe mais dinares que em escolas públicas, ou hospitais.
Enquanto metade do país para 5 dias, assistindo e participando deste grande evento cultural em alguns estados são 10 dias, outros 20 e há ainda o carnaval de inverno por vir.
Porvir é um trauma em nossa pátria deitada em berço explêndido.
Pelo menos desde sexta-feira a mídia parou de falar de traficantes, invasões de favelas, sequestros, corrupção, isso tudo são manchetes de quinta-feira que vem, onde teremos o saldo cultural brasileiro.
Sábado no desfile dos campeões, esquece-se tudo.
O Brasil do recesso que iniciou-se em metade de dezembro finalmente começa a trabalhar na segunda feira, após o carnaval.
Faltam 120 dias para a copa do mundo de futebol, depois julho e o pequeno recesso de férias de inverno, depois recesso para as eleições de outubro, segundo turno, recesso de dezembro, natal, ano-novo.
Finalmente em metade de fevereiro de 2011 começaremos uma nova jornada.
Vivas a democracia, a liberdade, a cultura e educação brasileira.
Ganha-se migalhas, paga-se muito para um governo que nada produz e trabalha pouco.
Até quando?
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Pois nosso grande jurista que concedeu hábeas-corpus a Salvatore Cacciola, a Anisio Abraão, até mesmo para o famoso Turcão, não concedeu ao Arrudão.
Essa é a escola jurídica brasileira com um peso e várias medidas.
Nada contra sua excelência que julga conforme a época e repercussão dos fatos.
Arrudão é boi de piranha dos próximos meses de travessia política brasileira.
Quando vejo os meios jornalísticos comentando que Arrudão ia passar o carnaval na cadeia, não posso esquecer-me que eu também passo esse emblemático problema, trancafiado dentro de minha casa.
Se carnaval fosse cultura, eu deixaria meus filhos estudarem nas escolas de Samba, onde a Petrobrás investe mais dinares que em escolas públicas, ou hospitais.
Enquanto metade do país para 5 dias, assistindo e participando deste grande evento cultural em alguns estados são 10 dias, outros 20 e há ainda o carnaval de inverno por vir.
Porvir é um trauma em nossa pátria deitada em berço explêndido.
Pelo menos desde sexta-feira a mídia parou de falar de traficantes, invasões de favelas, sequestros, corrupção, isso tudo são manchetes de quinta-feira que vem, onde teremos o saldo cultural brasileiro.
Sábado no desfile dos campeões, esquece-se tudo.
O Brasil do recesso que iniciou-se em metade de dezembro finalmente começa a trabalhar na segunda feira, após o carnaval.
Faltam 120 dias para a copa do mundo de futebol, depois julho e o pequeno recesso de férias de inverno, depois recesso para as eleições de outubro, segundo turno, recesso de dezembro, natal, ano-novo.
Finalmente em metade de fevereiro de 2011 começaremos uma nova jornada.
Vivas a democracia, a liberdade, a cultura e educação brasileira.
Ganha-se migalhas, paga-se muito para um governo que nada produz e trabalha pouco.
Até quando?
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