Amputações de fraturas simples como "ajuda humanitária" (Igualdade e liberdade)

Com salvadores como estes, a coisa vai mal:
O tratamento médico dado às vitimas do terremoto no Haiti deixou claro a diferença entre a medicina (e os valores) americana e a francesa. O jornal Le Monde publicou uma matéria na qual os médicos franceses denunciam o excessivo numero de amputações praticadas pelos americanos, em grande parte feitas sem necessidade. Eles reclamam que os profissionais norte-americanos se preocupam apenas com as estatisticas, com os numeros de pacientes tratados, não importando a qualidade do tratamento. Um médico parisiense argumentou que "a amputação é um gesto de salvação e de ultimo recurso, quando um membro esta esmagado ou condenado. Mas os americanos recorrem a ela sistematicamente, sem parar e pensar em uma outra solução, orgulhosos desses abates que lhes permite de exibir numeros impressionantes de pacientes".

As equipes francesas ficaram horrorizadas com casos de fraturas sendo tratados com amputações. E em grande parte dos casos, os pacientes eram dispensados 2h depois das intervenções, sem nenhum acompanhamento de recuperação, muito menos psicologico. Sophie Grosclaude, cirurgiã ortopedista francesa, disse que confrontou um médico americano dizendo que eles tinham material para tratar os ferimentos de outra forma, e o médico respondeu "Pra que? Esse é um pais pobre, não tem um acompanhamento médico sério, melhor amputar logo, é limpo e definitivo". A cirurgiã se disse chocada da opinião do americano, como se os haitianos fossem um povo pouco evoluido, que não merece a medicina ocidental.
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Sonzera matinal (Música)

Às vezes começo o dia ouvindo as músicas mais ou menos como estão ordenadas nos meus top hits pessoais. Dai dá mais ou menos isso, pra começo de conversa:
  • começo com Wet Hair, dos Japandroids
  • vou pra Let Me Stick USB Plug In, da Tigarah
  • Curto o jogo de baixo e guitarras de Some Trees, de Cymbals Eat Guitars
  • vou pra clássica Shakin' Street, do MC5
  • me embalo com In Another World (You'd Have Found Yourself By Now), dos Maxïmo Park
  • viajo com o kraut-rock progressivo Oh Yeah, do Can
  • volto pros 90s com Good Enough do Mudhoney, Rocket dos Smashing Pumpkins e The Fixer, a nova do Pearl Jam
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À Espera do Apocalipse ou Enquanto 2012 não Chega...

Em postagens anteriores, já comentei que os sinais de que o final dos tempos está próximo são bem visíveis para quem os quiser ver. Mas pensando bem, é até interessante que o mundo realmente acabe em 2012: só de imaginar que não vamos ter de aturar a histeria e as patriotadas do Galvão Bueno durante a Copa de 2014 – que seriam elevadas à décima potência, já que a competição está marcada para o Brasiiiiiiiiiillllllll -, a possibilidade do apocalipse até que passa a ser uma hipótese bastante atraente!

Por outro lado, é extremamente frustrante perceber que os dias derradeiros estão a acontecer justamente no momento em que o Brasil começa a dar certo e a entrar para a Primeira Divisão do Sistema Internacional. Isto é olho gordo! Dá até para desconfiar que alguns desses maias migraram da mesoamérica para o estuário do Prata e se constituíram nos antepassados de um povo que até hoje habita a região e que cultua um estranho e volumoso deus chamado Maradona!

Porém, enquanto 21 de dezembro de 2012 não chega, eu fico aqui em meu bunker anti-aéreo, localizado neste balneário singular que será tragado pelo Oceano Atlântico, com um copo de cerveja na mão (e várias garrafas no chão), ouvindo o que meu profeta favorito – o velho Raulzito – andou dizendo sobre esta questão. Nestes tempos conturbados que antecedem a chegada da besta do apocalipse, aproveito tais instantes de meditação para pedir ao Senhor que me dê paciência para aturar as bestas cotidianas que vivem a encher o meu saco continuamente...

Clique e ouça Raul Seixas com "As Profecias":


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Uruguaia sequestrada frente a frente com ex-policial do DOPS (RS)

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A vida moderna é moldada por invenções islâmicas (Identidades)

Os muçulmanos nos legaram hospitais, universidades, escovas de dente, manivelas, a ideia de uma máquina voadora e -- o mais importante -- o hábito de tomar café.

Via CNN.
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