Fogaça e a Legolândia de Porto AlegreA Síntese

Porque existem dezenas de vídeos esclarecedores e estarrecedores. É o que passamos a semana tentando explicar.
Ninguém viu o José Dirceu, o José Genoino e o Delúbio Soares atiradões no sofazão, recebendo um envelope pardo de dinheiro sujo do mensalão do PT.
No mensalão do DEM, todo mundo viu o Arruda recebendo propina na mão. Será que é preciso DESENHAR? Será que é difícil entender que o DEM, por covardia ou cumplicidade do seu presidentinho, acabou, perdeu o discurso ético, virou um zumbi?
Coronel
Segundo Lula: deploráveis!
BRASÍLIA - Um novo vídeo obtido em primeira mão pela reportagem iG pode envolver quatro deputados federais no escândalo de suposta corrupção no governo do Distrito Federal. Na conversa gravada no dia 17 de setembro de 2009, o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa e o empresário Alcir Collaço, dono do jornal Tribuna do Brasil, conversam sobre números que traduziriam valores remetidos a parlamentares do PMDB: Tadeu Filippelli (DF), Henrique Eduardo Alves (RN), Eduardo Cunha (RJ) e o presidente da Câmara, Michel Temer (SP).No dialogo, comenta-se o pagamento de R$ 800 mil mensais em troca do apoio a Arruda: R$ 500 mil para Filippelli e R$ 100 mil para os outros três. Num determinado momento da conversa, Durval diz: “Arruda dá R$1 milhão por mês para o Filippelli”. Collaço interrompe: “São 800 pau. R$ 500 mil para o Filippelli para fazer... vai R$ 100 mil para o Michel, R$ 100 mil para o Eduardo e R$ 100 para o Henrique Alves. São 800 pau”.
A conversa ainda trata de R$ 100 mil para o ex-deputado Fernando Diniz (MG), que morreu de complicações cardíacas após uma intervenção cirúrgica em julho deste ano. Diniz era presidente do PMDB mineiro. Uma parte do dinheiro, de acordo com Collaço, sairia da Novacap, empresa do governo do DF responsável pela urbanização da capital.
Alcir Collaço é o mesmo empresário que colocou dinheiro na cueca após receber alguns maços de Durval, em vídeo divulgado em primeira mão pelo iG na ultima segunda-feira.
No mesmo dia da gravação sobre os quatro parlamentares, o ex-governador do DF Joaquim Roriz deixou o PMDB e iniciou sua filiação no PSC, partido pelo qual pretende sair candidato a governador nas próximas eleições.
O governador Arruda nega todas as acusações divulgadas após a operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. Arruda afirma que Durval era um “agente infiltrado” em seu governo para destruí-lo. Durval era o presidente da Codeplan (Companhia de Desenvolvimento do Distrito Federal) no governo Roriz. Arruda ainda afirma que a corrupção é uma herança maldita do antecessor.
Eduardo Cunha disse desconhecer o empresário Alcir Collaço. Ao iG, afirmou: “Não conheço esse sujeito, não tenho relação com essas pessoas e acho isso um negócio tão estapafúrdio que não merece o menor comentário”.
Para Filippelli, não há o que fazer senão “tomar as providências criminais imediatamente contra essas pessoas”, afirma. “É uma loucura, um despropósito. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para reparar isso. Tenho mais de vinte anos de vida pública e nenhuma pendência em qualquer tribunal de contas. Tenho uma história impecável. Se precisar, eu faço uma acareação com eles”.
Henrique Eduardo Alves e Michel Temer até o momento não responderam aos pedidos da reportagem.
O vídeo em questão não está relatado no inquérito da operação Caixa de Pandora, que é presidido pelo ministro Fernando Gonçalves do Superior Tribunal de Justiça. Deputados federais e senadores só são investigados pelo Supremo Tribunal Federal.
Último Segundo
Pois é! E Temer era cotadíssimo a vice na Chapa da Dilma Guerrilheira!
Deploráveis, não é Lula¹³????
Patrulhamento da canalhada!

da Folha Online
A Força Sindical e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) vão fazer exibições do filme "Lula, o Filho do Brasil" especiais para trabalhadores sindicalizados, líderes sindicais e políticos convidados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participará de nenhuma das duas pré-estreias.
A CUT fará a pré-estreia do filme nesta quinta-feira, no cine Marabá, às 21h, no centro de São Paulo. Os cerca de 400 ingressos serão distribuídos apenas para convidados.
A Força fará duas exibições amanhã, às 15h e às 18h, no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, também no centro de São Paulo. Segundo a central, o auditório tem capacidade para 730 pessoas. O ministro Carlos Lupi (Trabalho) confirmou presença na primeira sessão.
Ingressos a R$ 5
A Força e a CUT também fizeram um acordo com a produtora do filme para que os trabalhadores sindicalizados paguem apenas R$ 5 pelo ingresso para até duas pessoas.
Para conseguir o benefício, o trabalhador deve apresentar a carteirinha do sindicato e comprar o ingresso entre os dias 20 de novembro e 31 de dezembro deste ano. Os ingressos podem ser comprados nos cinemas das redes Cinemark, Grupo Severiano Ribeiro e UCI Cinemas. Alguns sindicatos também vão adquirir lotes de ingressos para facilitar a compra pelos trabalhadores.
A partir de 1º de janeiro de 2010, quando o filme estreia em circuito nacional, o trabalhador sindicalizado ainda poderá comprar o ingresso com 50% de desconto diretamente nas bilheterias dos cinemas.
São Bernardo
O presidente Lula assistiu ao filme pela primeira vez no último sábado (28) acompanhado da primeira-dama, Marisa Letícia, representantes de seu governo, líderes sindicais e petistas. A pré-estreia foi no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo (Grande São Paulo), onde iniciou sua carreira como sindicalista.
