INTERCONEXÕES DE SERRA E URIBE PODEM TER PROVOCADO BLECAUTE




















Empresa colombiana que fez negócios com tucanos em São Paulo quer mais sopa no mel em 2010
.
O blecaute que deixou metade do Brasil no breu - e toda a imprensa golpista cheia de energia - teria sido meticulosamente urdido e cuidadosamente operado. O curto-circuito que derrubou as redes de transmissão de eletricidade no país, na terça-feira, ocorreu no exato momento em que o governador tucano Zé Chirico e o narcopresidente terceiro-mandatista da Colômbia, Alvaro Uribe, juntaram as pontas dos fios desencapados que seguravam.
Curioso é que, logo nos primeiros momentos da falta "de luz", o conluio dos sabotadores com a máfia midiática já estava evidenciado, com batalhões de repórteres mobilizados em pontos estratégicos - fora a frota de helicópteros. Num átimo, os corvos demotucanos de sempre saíram das trevas para dar elucidativas entrevistas ao lume de velas. Raras vezes vimos tamanha "agilidade" na cobertura de um evento de tal magnitude.
Os primeiros sinais de que algo estranho estava acontecendo vieram da insuspeita ANDE -Administración Nacional de Electricidad, do Paraguai. Segundo o engenheiro Luis Alberto Villordo, diretor da instituição, o evento ocorreu por causa de um curto-circuito registrado em uma linha de transmissão de 500kV localizada na zona de São Paulo, que produziu a queda de 11.000 MW.
Coincidentemente, a "zona de São Paulo" em questão está sob a "jurisdição" da CTEEP – Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista, controlada pela ISA Capital do Brasil que, por sua vez, é controlada pela Interconexión Eléctrica S.A. E.S.P. (“ISA”), uma companhia de capital misto, sediada na Colômbia, controlada pelo governo daquele país, e que detém 59% do seu capital social total. A atividade principal da ISA é a operação e manutenção de redes de transmissão de energia, além da participação em atividades relacionadas com a prestação de serviços de energia elétrica. Além de possuir investimentos em transmissão de energia na Colômbia - e no Brasil, a ISA "investe" também na Venezuela, no Equador, no Peru e na Bolívia.
Veja aqui, segundo a própria empresa, como o governo tucano entregou, de mão beijada, a rede de transmissão elétrica paulista.
Analistas ouvidos por este Cloaca News não confirmam, mas não descartam, a hipótese de o blecaute ter sido provocado para desgastar politicamente o Governo Lula e prejudicar a virtual candidatura da Ministra Dilma Rousseff, o grande empecilho ao devaneio presidencial de José Serra. Segundo os analistas, Serra no Planalto garantiria aos colombianos a possibilidade de fazer muito mais negócios com o Brasil, e de adquirir, a preço de banana nanica, o restante do setor elétrico de nosso país.
Clique para ver...
Clique para ver...
CAMPANHA - SÁTIRO p/ um MUNDO MELHOR


Clique para ver...

Uma visão coerente dos irmãos judeus.


Quero expressar alguns dos meus sentimentos e convicções pessoais suscitados por sua visita, presidente Shimon Peres, à sede do governo de São Paulo.

1 - Tenho enorme admiração por Israel. A terra que abriga relíquias sagradas de três religiões mantém vivo o que eu ousaria chamar de um milagre dos homens: o regime democrático.

2 - Quem nega o Holocausto dos judeus agride de modo indelével a memória de um povo. E agride toda a humanidade.

3 - O estado de Israel foi criado para que, dos escombros do horror, florescesse, como floresceu, a esperança de paz e segurança para o povo judeu. Ao nascer, Israel mostrou logo que não era uma promessa a mais, e sim um fato. Não é uma peça negociável e permutável no concerto das nações. Cumpriu-se, com justiça, um destino. Falta agora que se cumpra a paz.

4 - Paradoxalmente, a história de Israel é, a um só tempo, muito curta e muito longa, confundindo-se com os tempos imemoriais, quando a humanidade começou a plasmar valores éticos que ainda hoje nos guiam. De sua história recente, lembro da penosa decisão de Ben Gurion, no começo do começo de Israel, de afundar o navio Altalena, carregado de armas, porque radicais do seu próprio povo haviam feito a opção errada pelo confronto, e não pelo entendimento. Ben Gurion demonstrou ali que queria, de verdade, a paz. E, empregando o termo “navio” como uma metáfora, observo, senhor presidente: “Aqueles que querem a paz têm de ter a coragem de afundar o próprio navio do terror”.

5. Entendo que o terrorismo significa a negação da política, e aqueles que o praticam ou promovem não são nossos interlocutores: têm de ser duramente combatidos.

6 - Acreditamos na coexistência pacífica dos povos; acreditamos que Israel e seus vizinhos árabes podem trilhar o caminho da paz; apoiamos, como apóia a maioria dos israelenses, a criação de um estado palestino desde que garantida a segurança de Israel. E, por isso mesmo, entendemos que só acontecerá o melhor se o terreno dos confrontos e das diferenças for a política. Para que possamos reconhecer o “outro”, é preciso que este “outro” também nos reconheça.

7. Exatamente por isso, e porque é preciso reconhecer o outro para ser, por sua vez, reconhecido, quero prestar aqui um tributo a V. Excia., presidente Peres, pela coragem de elogiar publicamente o espírito democrático e a disposição para negociar de Mahamoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, e pelo apelo que tem feito para que ele não renuncie a candidatar-se à reeleição.

8. O Brasil foi um ator relevante na criação do Estado de Israel. Sob a presidência de Oswaldo Aranha, a 49ª Sessão da 2ª Assembléia-Geral da ONU aprovou, no dia 29 de novembro de 1947, a partilha da Palestina com o povo judeu. Não há circunstância que abale o que é um traço do nosso povo: a defesa da paz e do direito que têm os povos de conduzir o próprio destino. Esteja certo, pois, de que a população brasileira reconhece o direito que Israel tem de viver em paz e em segurança. Não vive em paz quem está inseguro; não vive seguro quem não está em paz. Não pode haver segurança onde não há paz. Mas não pode haver paz onde não há segurança.

Saiba, senhor presidente, que Israel tem neste governador de Estado um amigo. Mais do que isto: Alberto Goldman, vice-governador do Estado, é judeu. Felizmente, os judeus estão em todos os cantos do Brasil, deixando sempre as marcas do humanismo, do seu trabalho, dos seus valores culturais, de sua solidariedade.


Governador de SP José Serra, em discurso durante a visita de Shimon Peres à SP.
Clique para ver...
No próximo apagão, aproveite e ...

... plugue-se !

Clique para ver...
 
Copyright (c) 2013 Blogger templates by Bloggermint
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...