"Toda essa gente se engana/ Ou então finge que não vê que eu nasci/ Pra ser o superbacana/Eu nasci pra ser o superbacana/ Superbacana Superbacana / Superbacana Super-homem/ Superflit, SupervincSuperist Superbacana."Toda vez que alguém me conta uma história, tenho mania de sair cantarolando. Algo se move em meu incosnciente, e traz à tona canções às vezes esquecidas há muitos anos.
Foi o que aconteceu, hoje, quando uma amiga me enviou o link, com a entrevista do Caetano Veloso ao "Estadão". A manchete na primeira página é: "Marina Silva não é analfabeta como Lula". Então, vocês imaginam o resto - http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091105/not_imp461314,0.php.
O mais engraçado é a foto interna, na capa do "Caderno 2". Uma amiga matou na hora, sem saber nem do conteúdo da entrevista: "mas, gente, Caetano tá a cara do FHC".
Confiram abaixo
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VIA blog do Rodrigo.
Mata o Véio !!!

Equipe de Lula prepara o anúncio do ‘Bolsa-funeral’
Um novo mimo será enganchado no Bolsa Família. Vai entrar em vigor no ano da graça eleitoral de 2010.
Os beneficiários do Bolsa Família passarão a dispor de cobertura para os gastos com o enterro dos entes da família.
Deseja-se anunciar a novidade no mês que vem, junto com o lançamento de um novas regras para o mercado de microsseguro.
Pretende-se popularizar os seguros no país, levando-os até as fronteiras em que vivem as classes C e D, com renda de até três salários mínimos.
O presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Armando Vergílio, informa que o governo deseja garantir, primeiro, o auxílio funeral.
Depois, planeja-se avançar para a cobertura de acidentes pessoais. Numa terceira fase, seria criado o seguro vida para os beneficiários do Bolsa Família.
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Brevíssimo comentário:
Após a instituição do bolsa-funeral, o Apedeuta lançará novo filme de sua vida, produzido e dirigido por Zé do Caixão.
)))
For Whom the Bell Tolls
PALÁCIO PIRATINI
Gafe na praça
Na ânsia de c
omemorar a cada manifestação na solenidade, Yeda Crusius acabou cometendo uma gafe no final do seu discurso. Quando dobraram os sinos da Igreja Matriz, a governadora interrompeu sua manifestação para agradecer, entusiasmada:
– Obrigada. Estão saudando a gente – disse ela.
Ao ser informada que os sinos badalavam em uma missa de corpo presente, Yeda se desculpou.
– É uma missa de corpo presente. Então, vou respeitar e terminar. É um ato bonito. Não vou cantar o trecho da música Querência Amada, de Teixeirinha. Volto aqui outro dia para cantar. Vou declamar.
E assim, a governadora encerrou o discurso:
– Berço de Flores da Cunha/E de Borges de Medeiros/Terra de Getúlio Vargas/Presidente brasileiro/Eu sou da mesma vertente/Que Deus saúde me mande/Que eu possa ver muitos anos/O céu azul do Rio Grande.
Para que servem as bases dos EUA na Colômbia?
Na Folha, de 2/11/2009, quem sabe outra explicação:
Chávez é motivo para ter base na Colômbia, afirma Pentágono
Ao assinar o acordo militar com a Colômbia e garantir o uso da base área de Palanquero, no centro do país, o governo dos EUA considera ter aproveitado uma “oportunidade única” de obter “acesso e presença regional a custo mínimo” numa área sob ameaças constantes, entre elas as vindas de “governos antiamericanos” como o do venezuelano Hugo Chávez.
(...)
O documento do Pentágono submetido ao Congresso diz que Palanquero é “inquestionavelmente” o melhor lugar “para conduzir um completo espectro de operações pela América do Sul” – a importância da base já havia aparecido em documento da Força Aérea, que a inclui no esquema global de rotas para transporte estratégico global de carga e pessoal.
No grifo meu, o que seriam “rotas para transporte estratégico global de carga e pessoal”? O que me lembro do governo americano fazendo de transporte estratégico aparece no vídeo abaixo:
Partindo da Colômbia, podemos imaginar o que seria.
obs: peguei uma carona em post no Hermenauta.
