Só para não perder o fio da meada!



Variações sobre a sigla, segundo a planície:
RBS: Rede de Baixos Salários...
RBS: Rede Bunda Suja
RBS: Real Big Shit

Tudo a ver!
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Não se deixe enganar...



Da revista Carta Capital, separei os dois trechos da entrevista de Protógenes Queiróz, para mostrar como é fácil comprar no varejo e no atacado determinadas pautas de notícias na imprensa; e que não deve surpreender ninguém.

Paulo Henrique Amorim chamou “Sistema Daniel Dantas de Comunicação” e é mais velho do que a fome movido não por ondas de rádio, baterias, caracteres impressos, pela ética; mas por interesses privados escusos. O lucro a qualquer custo, nem que para isso, se tenha que brigar com a notícia.

Aqui tivemos um exemplo bem palpável protagonizado por acusados na Operação Rodin (Escândalo do Detran-RS).

Em Canoas diversos “homens honrados e de bem” eram paparicados por jornalistas-formadores de opinião de toda forma. Certa vez um programa onde o assunto era o HPS de Canoas ficou evidente ser matéria paga “regiamente”. HPS em que os trabalhadores foram contratados em regime de cooperativa, tendo, inclusive, intervenção do Ministério Público!

Chico Fraga estava na mesa de debates. Naquela semana, curiosamente em diversas rádios, o assunto era o mesmo, HPS de Canoas. Até o Lasier Martins, após o estouro da Operação Rodin, comentou que havia viajado com Chico Fraga para a Feira de Hanover e "não havia percebido nada"!

Ora, este tipo de programa e de matéria só é convincente aos idiotas ou desavisados. O que move informações ou notícias em um meio de comunicação, certamente é o o fato mas o “fluxo de dinheiro”; o que eu vou ganhar com isto?

Sai do cofre de uns e vai para o bolso de outros. Esta é a lógica da informação atual. Raramente há alguma notícia que contrarie os interesses do capital ou de algum parceiro do dono do jornal. Falo de informação relevante, política ou econômica.

A Revista Capital é seguidora do que Mino Carta chama de "informar é seguir a fidelidade canina aos fatos”. Este deveria ser a linha de atuação dos jornais e demais meios de comunicação. Mas não é!

Enquanto cada consumidor de jornal não exigir qualidade da informação, não mudaremos esta lógica. Sendo um jornal um produto pelo qual se paga determinado valor, resta-nos exigir respeito como consumidores; caso contrário estaremos pagando pela desinformação. Uma equação irracional no capitalismo!

Edição 520 de Carta Capital (05-11-2008):

<...>
Carta Capital: Por que o senhor se preocupou, especificamente, em investigar a participação de gente da imprensa no esquema criminoso de Daniel Dantas?
Protógenes Queiroz: Eu sabia que, a partir da execução da Operação Satiagraha, viriam notícias para proteger o bandido. Por isso resolvi abrir um capítulo no meu relatório sobre o papel da mídia na investigação. Então, há vários jornalistas comprometidos com Daniel Dantas, de forma direta e indireta. Se eu não colocasse isso no papel, seria pior. Coloquei justamente para a própria imprensa ter a decência de discutir o processo sob o plano da ética e da moral. Hoje, a imprensa já encontrou o seu caminho. Alguns jornais passaram a discutir isso internamente, que eu sei, fui informado. O furo de reportagem é válido, mas nem sempre o timing da imprensa é o timing da polícia. Se puder conciliar as duas coisas, magnífico. Mas na maioria das vezes não é possível, e o prejuízo para a sociedade e para o País é muito grande.

CC: Havia mesmo uma espécie de “Sistema Dantas de Comunicação”, como apelidou o jornalista Paulo Henrique Amorim?

PQ: Havia, sim, em quase todos os jornais e revistas daqui e até no exterior. Eu me espantei, fiquei assustado, porque era uma coisa que eu jamais poderia imaginar que uma pessoa teria o poder de manipular a mídia do Brasil. Levei logo o assunto ao conhecimento do procurador (Rodrigo de Grandis, do Ministério Público Federal de São Paulo) e ao juiz (Fausto De Sanctis, da Justiça Federal de São Paulo). Aquilo me causou uma repulsa muito grande e, no decorrer da investigação, isso foi se aprofundando a tal ponto que eu percebi que grandes veículos de comunicação estavam nas mãos do Dantas. Não as empresas todas, mas determinados jornalistas que fabricavam matérias para facilitar os negócios de Dantas, no presente e no futuro. Isso era uma coisa diária, a relação dele com esses jornalistas. Quando o interroguei, até disse a ele que ele seria mais feliz se comprasse um jornal ou uma rede de televisão, porque, como banqueiro, ele não é uma pessoa feliz.

Existem dois vídeos no YouTube que eu recomendo:

1-http://br.youtube.com/watch?v=jrSrWzlFan0
2-http://br.youtube.com/watch?v=essYyn7SGro

Se você acredita estar sendo enganado por seu jornal, cancele a assinatura. Esta é a lógica do capitalismo! Não troque seu direito de ter uma informação de qualidade, por panelas, CDs, DVDs ou livros. Você estará fazendo papel de idiota, muito conveniente aos meios de comunicação!
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Assim é a política

"A política é a arte de conciliar interesses próprios, fingindo conciliar os dos outros".

Menotti Del Picchia (1892-1988)

A frase acima diz tudo. Alckmin não ganharia nada com a derrota de Serra para Aécio dentro do PSDB. Isso porque Serra partiria para a reeleição no governo estadual, mantendo-se o controle sobre o PSDB paulista, enquanto Alckmin teria que se contentar com uma cadeira parlamentar, pois nem mesmo um mandato de senador seria oferecido a ele. Dessa forma, a aliança com o desafeto Serra representa não só interesses do pré-candidato José Serra, como também os interesses mais imediatos de Geraldo Alckmin.

Aécio não tinha muito para oferecer a Alckmin, a não ser integrá-lo futuramente à sua equipe de governo, caso vencesse a batalha eleitoral, primeiro contra Serra dentro do partido, e depois contra o candidato do presidente Lula. Todavia, a posição de Alckmin no PSDB paulista ficaria complicada caso Serra vencesse Aécio nessas condições. No entanto, Serra pode oferecer a Alckmin sua reabilitação política, o que inclui está entre os cotados para o Palácio dos Bandeirantes. Alckmin aliou-se a Serra porque isso representa o melhor para seus interesses próprios. Assim é a política. Uma sábia frase de Del Picchia.

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Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome completa cinco anos

Parabéns ministro Patrus Ananias. Sua missão à frente do ministério é motivo de orgulho e satisfação. Para nós mineiros, que acompanhamos seu trabalho em Belo Horizonte, nunca tivemos dúvidas sobre seu compromisso humano, ético e solidário. Simplesmente o melhor ministro do governo Lula. Patrus é o candidato do PT mais preparado para manter e ampliar os avanços sociais do governo Lula, e derrotar o projeto conservador paulista representado por José Serra (PSDB). Como Aécio está sendo chutado para o escanteio pelos caciques do PSDB, se o PT mineiro tivesse juízo, uniria Minas em torno de um projeto maior, Patrus 2010 Presidente, e Pimentel para o governo estadual. Alô turma Virgílio-Pimentel: sejam dignos da estrela petista. Caros mineiros, Minas deve estar unida para derrotar o projeto conservador paulista. Segue o artigo do Ministro Patrus Ananias.

Patrus Ananias, ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Na data de hoje (23/01), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome completa 5 anos de existência. Desde o início, o governo federal buscava um modelo de políticas sociais baseado em critérios e normas republicanas, que valorizasse a integração de programas, a garantia de direitos de cidadania e a construção de parcerias com Estados, municípios e sociedade civil. Hoje, embora tenhamos consciência de que ainda temos enormes desafios pela frente, colocados ao nosso povo pelo processo histórico de séculos de exclusão, temos a satisfação de olhar para trás com a plena certeza de que estamos cumprindo a missão que nos foi transmitida pelo presidente Lula em janeiro de 2004.

Nossa primeira grande tarefa foi a construção do Programa Bolsa Família, então na sua primeira infância. Foram anos de trabalho árduo, mas hoje o programa já está presente em todos os 5.564 municípios brasileiros, combatendo a fome e a exclusão, ampliando a renda dos mais pobres, reduzindo as desigualdades sociais, dinamizando as economias locais e, o que é mais importante, garantindo o direito à vida e promovendo a cidadania de cerca de 11 milhões de famílias pobres. Ao mesmo tempo em que construímos o Bolsa Família, estruturamos em torno dele uma grande rede de proteção e promoção social. As importantes conquistas do programa se devem a sua articulação com essa rede de políticas públicas.
Para além de garantir a renda e promover o uso dos serviços de educação e saúde, é indispensável também que existam mecanismos que garantam a produção e o acesso dos alimentos pelos mais pobres. Portanto, com base nas lições aprendidas com o Fome Zero, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional integra políticas que garantem o direito humano à alimentação.
A assistência social, direito constitucional de nosso povo, articula-se nessa rede oferecendo serviços e benefícios voltados para a garantia da dignidade das pessoas, famílias e comunidades, fornecendo os instrumentos para que possam superar suas dificuldades e exercer plenamente a cidadania.
À medida que obtemos importantes progressos na luta contra a pobreza extrema e a fome, cada vez mais nossa missão se volta para a promoção da inclusão sócio-produtiva das famílias, com ações voltadas à geração de trabalho e renda e à inserção socioeconômica.
Sempre soubemos que o rigoroso monitoramento e a avaliação são instrumentos indispensáveis para a boa condução e o aprimoramento contínuo de políticas públicas. Se hoje temos a certeza do que já conquistamos, devemos muito aos resultados das pesquisas e ao acompanhamento rigoroso de nossas ações.
No dia de hoje, parabenizo e agradeço nossa equipe de servidores, funcionários e colaboradores pelos esforços incansáveis na busca de um Brasil melhor, mais justo e mais fraterno. Agradeço também aos nossos parceiros no governo federal, estados e municípios, com quem trabalhamos de forma republicana na construção de políticas públicas de Estado. Por fim, agradeço aos nossos parceiros: movimentos sociais, organizações não-governamentais, universidades, sindicatos, organismos internacionais, igrejas e tantas outras pessoas que compartilham dos ideais de uma sociedade verdadeiramente inclusiva e de um país com oportunidades iguais para todos.
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O novo objeto voador da tia Yeda...

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