Aviso ao Comentarista Adão Oliveira...



Adão Oliveira disse em um programa matinal na Rádio Bandeirantes- AM de Porto Alegre que a desgovernadora Yeda Crusius "está enfrentando mais um capítulo de seu inferno astral", com as declarações de Lair à Folha de São Paulo de ontem.

Certamente é a visão de um comunicador em cujo blog, “tremula” um banner do Banrisul. Fica muito difícil não ser lobista pró-desequilibrada, quando o Governo do Estado acena com verbas de 94 milhões de reais em publicidade. Políbio Praga, digo, Braga que o diga.

Na realidade o inferno astral é da população sul-mampitubense e pelo andar da carruagem, existem raríssimos comunicadores com vontade de ver essa gente possuída pela "crise ética" sem precedentes, no xilindró!
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Adilson Troca, comentou sobre a entrevista concedida por Lair Ferst à Folha de São Paulo:

Não há fato novo!
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Bahhhhhhhhhhhhhhhh!


Não é preciso dar explicações pra quem não gosta de ti, porque não vai adiantar. E não é preciso dar explicações pra quem gosta de ti” Yeda Crusius.
RSURGENTE

Gente, com uma boca dessas, nem é preciso oposição!
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‘Não há ninguém à sua volta (de Yeda Crusius) que raciocine politicamente’ Frase do ex-Coordenador de Campanha de Yeda Crusius.


A entrevista de Lair Ferst ao Correio do Povo, é enigmática
Correio do Povo: Na sua avaliação, por que surgem novas denúncias
a cada semana?
Lair Ferst: Na verdade não são denúncias, são fatos. E muitos
desses episódios são provocados pelo próprio governo, que hostiliza
seus aliados. Pelo que eu estou acompanhando, a governadora
não deixa acabar a polêmica.

CP: O senhor sente-se injustiçado pelo governo ou pelo partido?
LF: Eu ajudei e trabalhei muito pela campanha da governadora.
Alguns coordenadores não fizeram a metade do que eu fiz. Não
pedi nada e não esperava nada deste governo, mas fui maltratado
desde o início. Fui descartado. E não sou só eu. Tenho vários amigos
que foram simplesmente descartados. Se o governo faz isso
com seus próceres, imagina com o resto.

CP: A governadora em particular tem alguma responsabilidade
neste tipo de tratamento?
LF: A governadora tem uma peculiaridade que é um temperamento
diferente. Não age pela lógica e tem dificuldade de fazer
avaliações políticas. O pior de tudo é que ela está sozinha. Não há
ninguém a sua volta que raciocine politicamente.

CP: O senhor acredita na possibilidade de a governadora ter a
imagem atingida por novas denúncias?
LF: Não quero responder porque os conteúdos destas conversas
que vamos incluir no material (a sua defesa perante à Justiça) ainda
são sigilosos. Estamos avaliando qual o momento oportuno para
encaminhar isso ao MPF e ainda não há nada marcado. Estou
até surpreso com a repercussão que ganhou a entrevista para a
Folha de São Paulo. Mas há muitas coisas que estão se interligando.

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Bem, a primeira conclusão é que Lair Ferst mentiu na CPI.

Também podemos extrair que a Governadora é tida como portadora de um "temperamento diferente". E que "não age pela lógica e tem dificuldade de fazer avaliações políticas". Isto significaria desequilibrada? Sabe-se que Yeda é a antítese da lógica e não tem muita prática democrática em negociações, e quando submetida a tensionamentos, ela "manda prender e arrembentar", mas o que fazer com Lair, este sapo difícil de engulir? Eu começaria correr!

Mas o pior de tudo isso não é este grupo que tomou de assalto o Piratini, mas o silêncio dos empresários que "investiram" grana pesada na campanha da desgovernadora e dos partidos que continuam dando sustentação ao governo e fazem de conta que não aconteceu nada; seus parceiros. O silêncio significa consentimento!

Maiores doadores da Campanha de Yeda Crusius:

COPESUL CIA. PETROQUIM. DO SUL 550.000,00
GERDAU AÇOS LONGOS S/A 500.000,00
BANCO ITAÚ S.A. 300.000,00
IPIRANGA PETROQUÍMICA S/A. 300.000,00
ARACRUZ CELULOSE S/A. 281.557,45
BRASKEM LTDA. 200.000,00
IND. COSMET. COPER LTDA. 200.000,00
VOTORANTIN PAPEL E CELULOSE LTDA. 200.000,00
CIA ZAFFARI COMÉRCIO E INDÚSTRIA. 105.000,00
ENGEVIX ENG. S/A. 100.000,00
PRIMO SCHINCARIOL INDUSTRIA DE CERVEJAS E REF S/A. 100.000,00
FRATELLI VITA BEBIDAS S. A. 100.000,00
VONPAR REFR. S/A.* 100.000,00
DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS DE PETROLEO IPIRANGA S.A. 100.000,00
CALÇADOS AZALÉIA S/A. 100.000,00

*A VONPAR continua no cadastro do STE, com um total de R$ 100.000,00 como valor "investido"na campanha de Yeda Crusius!

Alguns tem até PGQP e deveriam dar satisfações à população por suas escolhas.

Para finalizar, a última pessoa a lançar um programa do tipo "Repensar a Vida" no Presídio Central é Yeda, a menos que a governadora queira tranferir seu gabinete para lá!
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A participação das mulheres na eleição municipal

A importância das mulheres na política volta e meia retorna ao debate. A cota para candidaturas femininas não é preenchida por nenhum partido político, sem exceção. Os partidos, de maneira geral, são considerados como ambientes “machistas”. Não vou entrar nessa discussão mais profundamente, mas algo não está dando certo na política de cotas femininas para lançamento de candidaturas pelos partidos. Não é objetivo deste post discutir as possíveis razões da suposta baixa participação das mulheres nos espaços formais da política (executivos e legislativos). O que vamos falar é sobre o florescimento de candidaturas femininas competitivas em algumas grandes capitais do país – Fortaleza, Natal, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. São candidaturas com chances de vitória, mesmo que algumas ou a maioria não obtenham o sucesso de chegar lá, já se percebe pelas primeiras simulações que são candidaturas que irão dar muito trabalho a seus adversários.

Na região Nordeste, duas capitais apresentam candidaturas femininas competitivas. Em Natal, duas candidatas disputam preferência do eleitorado: Micarla de Souza (PV) e Fátima Bezerra (PT). A candidata do PV aparece como virtual vencedora no primeiro turno, seguida de longe pela então candidata petista. Na capital cearense, a disputa está embolada entre três principais candidatos, sendo duas candidaturas femininas: a atual prefeita Luzianne Lins (PT) e a ex-esposa de Ciro Gomes, Patrícia Saboya (PDT). Na cidade, os comentários é que a disputa seja entre a “lôra” (Luzianne) e a “morena” (Patrícia). Pelos índices de rejeição de Moroni Torgan (DEM), mesmo que este passe para o segundo turno, dificilmente vencerá a eleição contra a candidata escolhida.

Na região sudeste, três capitais apresentam candidatas competitivas para o Executivo Municipal: Marta Suplicy (PT), em São Paulo; Jandira Fegalhi (PC do B), no Rio de Janeiro; e Jô Moraes (PC do B), em Belo Horizonte. São candidaturas fortes, com chances de vitórias, mas que terão que enfrentar adversários com máquinas eleitorais fortes. A maior desvantagem terá a candidata Jô Moraes em Belo Horizonte, que enfrentará uma coligação ampla, e que reúne o apoio de lideranças políticas de peso (Aécio e Pimentel), tendo pouco tempo de televisão e um financiamento bem menor. Jandira Fegalhi no Rio enfrenta o desafio de passar para o segundo turno. Caso confirme uma disputa entre ela e o senador Marcelo Crivella (PRB), a candidata se beneficiará da forte rejeição do adversário.

Em São Paulo, a grande disputa é entre Marta (PT) e Alckmin (PSDB). Mesmo com maior tempo de televisão, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) está praticamente fora do páreo. Todavia, sua candidatura pode ser auxiliar para o candidato do PSDB, na medida em que o prefeito dirija seus ataques à candidata petista. Se a lógica fosse puramente eleitoral, Kassab deveria partir para cima de Alckmin, pois disputam mesma faixa do eleitorado. Porém, é esperado que prevaleça o bom entendimento entre o DEM e o PSDB, o que favorece o candidato do PSDB. Nesse sentido, a candidata petista terá pela frente duas candidaturas contra seu projeto de retornar à prefeitura paulista. De qualquer forma, Marta Suplicy é um nome certo para o segundo turno.

No sul do país, as candidaturas de Maria do Rosário (PT) e Manuela Ávila (PC do B) em Porto Alegre fecham o círculo de candidaturas femininas competitivas nessa eleição municipal. As duas candidatas disputam a preferência do eleitorado para a passagem para o segundo turno contra o atual prefeito e candidato à reeleição José Fogaça (PMDB). Este não está garantido no segundo turno, mas dificilmente não estará lá. Todas as simulações de segundo turno mostram grande vantagem tanto de Manuela quanto de Maria do Rosário contra o atual prefeito. Isso é sinal de que provavelmente teremos uma prefeita na capital gaúcha a partir do próximo ano. Ademais, é bom ressaltar a candidatura de Gleisi Hoffmann (PT), esposa do ministro do Planejamento Paulo Bernardo, que tenta impedir a vitória de Beto Richa (PSDB) no primeiro turno. Dificilmente o atual prefeito não seja reeleito, mas a candidata petista tem tudo para estragar sua festa antecipada e levar a eleição para um segundo turno.

O sucesso de candidaturas majoritárias em diferentes localidades do país sugere que o eleitor, em média, não deve ser classificado como “machista” de forma simplória. Quando aparece uma candidata que apresenta um projeto que agrada o eleitor, este tende a escolher a candidata para seu voto. É claro que existem homens que não votam em mulheres, mas o contrário também existe. Ademais, as pesquisas eleitorais com algumas candidatas muitas vezes mostram que elas recebem sistematicamente mais votos do eleitor masculino que das eleitoras do mesmo sexo. É o caso de Marta Suplicy (PT), Jô Moraes (PC do B) e Jandira Fegalhi (PC do B). Mas esse também é o caso de Lula e outros políticos. A meu ver, a explicação está mais ligada a um conservadorismo maior das mulheres, que tendem a apresentar um voto com perfil mais conservador. Ou seja, a influência do sexo na decisão de voto é baixo, não impedindo o sucesso de uma candidatura feminina majoritária.
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